Felicidade no Ambiente de Trabalho

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Por Maria Thereza Bond*

Será que é possível ser feliz no ambiente de trabalho? Será que a empresa tem como contribuir para a felicidade dos seus colaboradores? Será que é importante para a empresa? Infelizmente ainda muitas organizações não conseguem enxergar o quanto isto é importante e o quanto ela consegue contribuir para que isso aconteça.

Atualmente a felicidade está sendo estudada a partir de pesquisas científicas que nos mostram muitas evidências de que colaboradores mais felizes são mais produtivos, faltam menos e obtém melhores resultados.

A felicidade dentro das organizações pode ser analisada sob três aspectos: o entusiasmo do colaborador, o seu interesse pelo que faz e o seu contentamento, ou seja, a satisfação em realizar algo, e que o motiva a fazer novamente.

As organizações podem contribuir muito para que estes três elementos surjam com frequência no ambiente de trabalho. Segundo a Ciência da Felicidade eis algumas dicas:

Promover as pessoas e as ideias positivas – quanto mais ideias positivas, mais sucesso terá a equipe. Ouvir notícias positivas no início do dia, faz o dia ser melhor.

Oferecer reconhecimentos para equipes e não para indivíduos, para que a competitividade se mantenha saudável entre os colaboradores.

Premiar as equipes com experiências e não apenas com valores monetários, pois as experiências ficam em nossa memória por muito mais tempo.

Incentivar a delegação, pois delegando mais, mais tempo os colaboradores terão em ser criativos e inovadores.

Implantar a gratidão como rotina, a gratidão diminui as tensões e mantem os colaboradores mais focados no momento.

Promover o reconhecimento entre os colaboradores. Mais vale reconhecer o outro do que ser reconhecido. Reconhecendo o outro, o colaborador receberá mais feedback do que se buscar seu reconhecimento.

E por fim, incentivar o bem, a ajuda mútua, a colaboração, as amizades, os relacionamentos. Desta forma a organização estará contribuindo com a felicidade dos seus colaboradores e recebendo o comprometimento e engajamento deles em troca.

*Maria Thereza Bond é coordenadora do Núcleo de Empregabilidade da Inspirar e do MBA de Desenvolvimento Humano e  Organizacional.

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