Conheça o Núcleo de Empregabilidade da Faculdade Inspirar

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Há alguns anos, entrar na faculdade parecia a solução para todos os problemas relacionados à empregabilidade e carreira, não é mesmo? No entanto, com o passar do tempo e com o acesso ao Ensino Superior um pouco mais democrático, a realidade já não é mais a mesma.

Profissionais recém-formados estão se deparando com um mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo. Uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que, entre 2014 e 2018, o número de profissionais que saíram da faculdade e não conseguiram um emprego subiu de 8,2% para 13,8%.

Por isso, além de buscar maneiras de se destacar, é importante aprender, desde a faculdade, as melhores formas de se inserir no mercado de trabalho. O Núcleo de Empregabilidade da Faculdade Inspirar surgiu justamente com esse objetivo e tem gerado um impacto incrível na vida dos alunos. Quer saber mais como ele funciona? Continue lendo este post! 

Como funciona o Núcleo de Empregabilidade (NEI) da Faculdade Inspirar

“Formei e estou desempregado, e agora?”. Essa é a pergunta que assombra a cabeça de muitos estudantes que ainda estão na faculdade. O objetivo do Núcleo de Empregabilidade (NEI) é, no entanto, fazer com que o aluno não precise se questionar a respeito disso.

De forma direta, a proposta do NEI é promover a integração entre alunos, empresas, egressos e a instituição de ensino. Mas como isso acontece? De acordo com Melissa Diaz, diretora acadêmica de graduação da Faculdade Inspirar, “nossa missão é entender o que o mercado espera do futuro profissional, como o aluno deve se comportar e então prepará-lo por meio de orientações e um acompanhamento bem aproximado”.

O NEI é composto por uma equipe multidisciplinar que guiará o estudante ao longo de todo o percurso. É interessante ressaltar que o núcleo é aberto também para os egressos da instituição. Ou seja, não é só voltado para auxiliar os alunos no processo de procura de um estágio, por exemplo, mas também para reposicionar no mercado de trabalho os profissionais já formados. O atendimento acontece de forma presencial na faculdade e ocorre da seguinte forma: 

  • os currículos e as informações complementares são recebidos;
  • a equipe entra em contato com o aluno ou egresso para agendar o atendimento;
  • é feita a análise do currículo e qualificações para orientação sobre pontos de melhoria; 
  • há o acompanhamento de profissionais como psicólogos, professores, etc.

Tudo isso é feito com a finalidade de direcionar o aluno para as oportunidades que mais fazem sentido para sua carreira e aptidões. Duas situações são muito comuns nesse contexto: alunos com bons currículos, mas buscando vagas que não se enquadram no seu perfil, ou pessoas que com um pouco mais de aperfeiçoamento — cursos gratuitos que são facilmente encontrados na internet, por exemplo — e um currículo bem apresentado poderiam se posicionar melhor no mercado de trabalho.

Depois que esse primeiro direcionamento é feito, a equipe do NEI continua disponível para auxiliar o aluno nessa busca. “Acreditamos que, muitas vezes, falta algum direcionamento, principalmente para quem ingressou na faculdade e agora e não teve muitas experiências com entrevistas de emprego. Temos uma equipe altamente qualificada, que entende as exigências do mercado, para guiar nossos alunos. Não nos preocupamos apenas com o ensino deles; os enxergamos na totalidade e queremos que sejam bem-sucedidos naquilo que escolheram fazer”, ressalta Melissa.

Quer entender, na prática, como funciona o atendimento? Explicamos a seguir!

Como os estudantes se beneficiam dele na prática?

Qual o impacto real dessa ação na vida dos estudantes? A professora Melissa compartilhou uma experiência interessante que retrata o trabalho desenvolvido pelo NEI. Uma aluna da instituição estava pensando em trancar o curso de graduação, já que seu emprego — não relacionado à área — demandava muito tempo e o salário era baixo.

É importante ressaltar que essa é uma realidade muito comum se considerarmos os alunos do Ensino Superior. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Mantenedores do Ensino Superior (Abmes) apontou que mais de 60% desses estudantes conciliam a rotina da faculdade com a do trabalho.

Uma vez identificado o problema, a equipe contatou a aluna e ela foi convidada a participar do núcleo. “Nós a chamamos para uma reunião e fizemos a análise do caso com um psicólogo da equipe, já que é muito importante entender o contexto da pessoa. Depois disso, fizemos uma avaliação do currículo e propusemos melhorias para que ele ficasse mais competitivo”, explicou a diretora.

Depois dessa etapa, a aluna foi convidada novamente para um retorno, momento em que ela foi direcionada para os caminhos que mais se encaixavam na sua realidade. A equipe ajudou na entrega do currículo, indicando as oportunidades que mais faziam sentido naquele caso, elaborou um plano de carreira e também orientou a aluna a respeito dos melhores cursos gratuitos que ela poderia fazer para alcançar seus objetivos.

Os resultados 

A criação do NEI é recente — ele foi implantado de maneira efetiva em 2018. Por isso, Melissa afirma que a experiência não foi suficientemente longa para mensurar resultados objetivos. No entanto, o feedback que eles têm recebido dos alunos aponta que estão no caminho certo.

“Quando fazemos esses retornos de acompanhamento percebemos que eles mudaram de ideia quanto à desistência do curso, estão mais motivados e em busca de um aprimoramento. Tem sido muito legal. Avalio que isso faz toda a diferença nesse processo de se encontrar profissionalmente e seguir uma carreira na área da saúde, por exemplo”, avalia. 

O que é necessário fazer para beneficiar-se do NEI?

Não existe mistério para quem quer participar dos atendimentos. Tanto para o aluno atual quanto para o egresso, a única ação necessária é demonstrar o interesse em receber a ajuda. É simples: basta buscar no site da instituição ou procurar diretamente a secretaria acadêmica para fazer a solicitação.

“Uma coisa bastante comum é que nós mesmos, professores, identificarmos os alunos que precisam desse acompanhamento. É fácil perceber quando alguém está desmotivado. Outro ponto é buscar aqueles que fizeram o requerimento de trancamento de curso e entender o porquê. Muitas vezes chegamos nessa questão do emprego e da falta de estímulo quando você não consegue se dedicar inteiramente à faculdade, precisa trabalhar e não acha uma boa vaga na área do curso”, completou a diretora.

Como ressaltado anteriormente, por maior que seja a competitividade do mercado de trabalho, um bom direcionamento pode ser crucial na trajetória profissional de quem está em busca de um emprego. Ele pode ser no sentido de aprimoramento do currículo e suas habilidades ou apenas de entender se aquele é mesmo o caminho ideal a ser seguido.

O Núcleo de Empregabilidade da Faculdade Inspirar é um diferencial e tanto, além de ser a representação concreta de uma instituição que realmente se preocupa com o sucesso dos seus alunos, estejam eles ainda ligados à faculdade ou não.

E aí, achou legal essa oportunidade? Entre em contato com a nossa equipe e descubra tudo o que a Faculdade Inspirar pode oferecer! 

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