Problemas de Endometriose?

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Veja o que a Fisioterapia Pélvica pode fazer por você

A endometriose é uma síndrome desenvolvida em algumas mulheres em idade fértil. A patologia é caracterizada pelo desenvolvimento e crescimento de tecido endometrial para fora da cavidade uterina, resultando em uma reação inflamatória crônica. Os sintomas mais comuns são: dor pélvica, fortes cólicas menstruais, dor nas relações sexuais, dificuldade e dor para evacuar, bem como desconforto ao urinar e infertilidade.

Estudos apontam que as mulheres com o diagnóstico confirmado possuem perda de 38% da sua capacidade de trabalho, trazendo grande impacto socioeconômico e na qualidade de vida das mesmas. É nesse ponto que entra a Fisioterapia Pélvica, pois a especialidade é uma importante aliada no tratamento das mulheres com endometriose, desempenhando um papel fundamental para a superação dessa patologia.

A Fisioterapia Pélvica detém de recursos físicos e manuais para o alívio das dores. Os profissionais da área têm habilidade e competência para tratar, prevenir, orientar e proporcionar melhor qualidade de vida às acometidas pela doença.

O tratamento usa recursos para diminuir a dor, tais como: biofeedback, cinesioterapia, crioterapia, consciência perineal e corporal, Eletroestimulação, exercícios perineais e massagem perineal.

No entanto, a fisioterapia em si não promove a cura da paciente, mas irá minimizar os sintomas que muitas vezes não são controlados com o tratamento farmacológico e cirúrgico. Tendo isso em vista, é de extrema importância a avaliação fisioterapêutica para identificar possíveis desordens que possam estar contribuindo para intensificar a dor causada pela doença.

Ao frequentar as sessões de Fisioterapia Pélvica para endometriose, a paciente vai perceber uma redução das dores pélvicas e nos problemas de postura antálgica – que é a posição encolhida, em que a mulher se coloca para aliviar as dores.

A Fisioterapia Pélvica também ajuda a diminuir as dores que costumam ocorrer durante ou após o ato sexual. Com isso, a tendência é que haja uma reaproximação com seu parceiro e melhora na qualidade da vida sexual.

Os exercícios também contribuem para o fortalecimento da musculatura que compõe o assoalho pélvico, ajudando a reverter as alterações anatômicas provocadas pela existência de focos de endometriose. Outros benefícios são a redução e diminuição de desconfortos urinários, constipação intestinal e dores no assoalho

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