Atuação da Fisioterapia Neonatal e Pediátrica na redução da taxa de mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil é mensurada a partir do número de crianças que morrem antes de completar um ano de vida. A fim de diminuir este índice, a Organização das Nações Unidas (ONU) estipula metas para combater a incidência e prevenir falecimentos evitáveis.

Vale reforçar que este é um dos principais indicativos que subsidiam a qualidade da saúde para gestantes, recém-nascidos e crianças até os cinco anos.

Conforme a meta 3.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, o Brasil precisa, até 2030, enfrentar as mortes evitáveis em recém-nascidos e crianças menores de 5 anos, objetivando reduzir a taxa para cinco mortes a cada mil nascidos vivos, e a mortalidade na infância para oito a cada mil.

Segundo o Cenário da Infância e Adolescência de 2021, da Fundação Abrinq, a taxa de mortalidade para crianças menores de um ano é de 12,4 para mil nascidos vivos, e a mortalidade na infância é de 14,4 a cada mil nascimentos.

Os dados revelam uma situação crítica e preocupante, visto que em diversas circunstâncias as mortes poderiam ser evitadas por melhorias no atendimento à gestante e pela prestação de serviços de profissionais especializados no suporte ao neonato.

Necessidade de profissionais especializados

A área da neonatologia e pediatria requer maior atenção do profissional, pelo fato de envolver cuidados específicos e manejos característicos.

Os encargos de profissionais atuantes neste âmbito são indispensáveis na assistência, uma vez que promovem atenção, cuidado e monitoração, favorecendo crescimento, desenvolvimento e reabilitação neonatal e pediátrica.

Uma especialidade extremamente importante aos recém-nascidos é a Fisioterapia em Terapia Intensiva em Pediatria e Neonatologia, por se tratar de um campo específico e com particularidades. “Nós trabalhamos com esses bebês por um bem maior. Por isso é importante entender que o bebê difere do adulto e a avaliação não é a mesma, os parâmetros de referência também não são os mesmos”, salienta a professora da Pós-graduação de Fisioterapia em Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica da Faculdade Inspirar, Ana Sílvia Scavacini.

O alto índice de mortalidade também decorre do fato de que anualmente nascem 340 mil bebês prematuros no Brasil. A prematuridade necessita de cuidados especiais e profissionais aptos ao atendimento. “Os fisioterapeutas especializados nesta área necessitam estar em constante atualização, pois os parâmetros que eram utilizados há alguns anos mudaram e continuarão mudando”, finaliza Ana.

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