Pós-graduação em fisioterapia: quais são as opções nessa área?

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Para conseguir empregos com remunerações satisfatórias e posições de destaque na empresa, não basta se contentar com apenas uma graduação. É importante buscar novos conhecimentos na área de atuação e enriquecer o currículo com cursos relacionados.

Sendo assim, caso você seja fisioterapeuta, uma opção altamente recomendada é a pós-graduação em fisioterapia. Atualmente existem diferentes opções de cursos que podem ser escolhidos para quem deseja se especializar na profissão.

Se o assunto é do seu interesse, continue lendo este post. Vamos apresentar as principais opções de pós na área, além de explicar a situação do mercado de trabalho, os maiores desafios do fisioterapeuta e por que buscar uma especialização. Acompanhe!

Como é o mercado de trabalho em fisioterapia?

Os fisioterapeutas têm como função o tratamento, prevenção e reabilitação de lesões ou doenças relacionadas ao corpo do ser humano. Com isso, pacientes que sofreram acidentes, alterações genéticas, má-formação ou tenham vícios de postura podem ser tratados por esse profissional.

Em geral, os locais de trabalho são clínicas de saúde, asilos, hospitais, escolas, clubes e centros de reabilitação. Por outro lado, tanto o recém-formado quanto o profissional com carreira já consolidada costumam almejar a independência financeira por meio de consultórios próprios.

Entre outras características, o mercado exige que o fisioterapeuta tenha experiência comprovada – seja em treinamento profissional, seja em estágio supervisionado. Além disso, é importante apresentar cursos complementares além da graduação.

Nesse contexto, se antigamente as opções de atuação envolviam apenas as áreas neurológicas, ortopédicas e desportivas, agora já existe uma ampla gama de possibilidades para o fisioterapeuta trabalhar nesse ramo.

Dessa forma, o mercado de trabalho é bem amplo, mas também competitivo. Em 2018, o COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) verificou que existem cerca de 240 mil fisioterapeutas no Brasil. Por isso, continuar buscando qualificação na fisioterapia é fundamental para conquistar um lugar de reconhecimento como profissional.

Quais são os principais desafios enfrentados pelos fisioterapeutas?

Reconhecida como profissão desde 1969 no Brasil, a fisioterapia evoluiu bastante ao longo das últimas décadas. No início, o fisioterapeuta era considerado um tipo de massagista, mas com a legislação, regulamentação e diversas possibilidades de atuação, essa área começou a ganhar mais destaque e reconhecimento na sociedade, já que apresenta um papel fundamental para o bom funcionamento do organismo humano.

Entretanto, com o reconhecimento vem também a popularidade, que pode oferecer ao fisioterapeuta dificuldades para se encaixar e se destacar na profissão. Aliás, ao contrário de algumas áreas, a fisioterapia exige que o profissional busque uma qualificação além da graduação. Sendo assim, ter apenas esse diploma em mãos não garante uma colocação melhor no mercado de trabalho.

Outra questão que envolve o dia a dia do fisioterapeuta é a necessidade de constante atualização. Isso porque esse profissional lida diretamente com a tecnologia, que está em permanente modificação e avanço.

Dessa forma, ele deve estar atualizado em relação às novas técnicas e ferramentas que forem surgindo. Para tanto, participar de congressos, palestras e cursos é essencial para ficar em dia com relação às novidades da profissão.

Além disso, esse profissional deve saber trabalhar em equipe, já que, em diversos casos, o tratamento do paciente deve ser multidisciplinar. O fisioterapeuta precisa conhecer a área da saúde como um todo, entendendo também a função de cada profissional envolvido.

Por fim, um dos maiores desafios de quem trabalha na área da fisioterapia é a humanização do atendimento. Afinal, com o hábito de atender pessoas diariamente, o cuidado pode ficar mecânico, passando a enxergar todos os pacientes como um só.

Isso traz um grande perigo para o atendimento, já que cada indivíduo é único e pode necessitar de diferentes cuidados. Dessa forma, lembrar de buscar compreender a história e o quadro clínico do paciente faz parte do processo humanizado desse suporte.

Por que fazer uma pós-graduação em fisioterapia?

Ao longo da graduação, o aluno consegue unir teoria e prática, o que faz toda a diferença na hora de atuar na profissão, certo? Com isso, ele ganha as habilidades necessárias para trabalhar, além de entender o porquê de cada técnica que realiza devido ao conhecimento adquirido durante os anos de faculdade.

No entanto, após sair da academia, é comum que o profissional deixe o estudo da teoria um pouco de lado e foque apenas na prática. Isso pode deixar o seu modo de atuação um pouco defasado, pois, como já dissemos, o fisioterapeuta precisa estar em constante atualização.

Para isso, voltar à faculdade é fundamental. Tornar-se novamente um estudante não traz apenas benefícios para o currículo como também para a vida, já que, assim, o fisioterapeuta tem a capacidade de tornar-se um profissional melhor.

Assim, existem muitos motivos para decidir fazer uma pós-graduação em fisioterapia. Conheça agora alguns deles:

Visibilidade no mercado de trabalho

É inegável que um curso de pós-graduação traz mais credibilidade ao fisioterapeuta, não é mesmo? Dessa forma, ele consegue atestar que é capaz de atuar na especialização escolhida.

Comparando um profissional com graduação e um com pós, certamente, se puder escolher, o paciente prefere alguém que tenha uma formação mais avançada. Ao se especializar, o fisioterapeuta conquista mais pacientes e, assim, alcança mais visibilidade na área de atuação.

Consolidação da carreira

Ao optar por continuar estudando, é possível que o profissional possa se tornar uma referência na especialização escolhida. Afinal, para conseguir um lugar ao sol, ele deve selecionar um sub-ramo na fisioterapia e se especializar nele.

Dessa forma, a possibilidade de conseguir a consolidação da carreira aumenta exponencialmente e o tão sonhado consultório próprio pode se tornar uma realidade.

Contato direto com profissionais da área

Durante as aulas na pós-graduação em fisioterapia é bem comum que os professores levem profissionais renomados para dar alguma contribuição tanto sobre a teoria quanto sobre a prática da profissão. Aliás, em muitos casos, os próprios professores são fisioterapeutas de renome nacional.

Isso permite que os alunos tenham contato direto com pessoas cujo conhecimento é bem amplo e pode ser repassado durante o curso. Dessa forma, participar das aulas pode, verdadeiramente, mudar para melhor o modo com que esses estudantes atuam na área.

Quais são as principais pós-graduações em fisioterapia?

Agora que você tem o panorama da fisioterapia, chegou a hora de conhecer as opções de cursos para a pós nessa área. Como são diversas, selecionamos as que mais se destacam atualmente para que seja possível escolher a que mais se aproxima do seu interesse e objetivo profissional. Confira!

Fisioterapia aquática

Sabia que é possível fazer a reabilitação ou prevenção com a ajuda da água? Para isso existe a hidroterapia, conhecida também como fisioterapia aquática. Essa modalidade de tratamento ocorre na piscina quente, utilizando diferentes métodos e exercícios terapêuticos.

Assim, ajuda a tratar doenças ortopédicas, reumatológicas, oncológicas, neurológicas, cardiorrespiratórias e muito mais. O grande benefício dessa modalidade é que, por causa das propriedades físicas da água, existe uma sobrecarga reduzida nas articulações, permitindo que andar e fazer determinados movimentos seja mais fácil. De acordo com as ferramentas e técnicas adotadas, ainda é possível fortalecer os músculos, melhorar a coordenação motora e o condicionamento cardiorrespiratório.

Além disso, pessoas de qualquer idade podem aderir à fisioterapia aquática. Por exemplo, no caso das grávidas, existe a possibilidade de não sofrer mais com a perda de urina involuntária, aliviar as tensões causadas pela postura incorreta e melhorar a circulação sanguínea.

Em relação às pessoas com deficiências mentais, há a opção de utilizar a hidroterapia para fins psicológicos. No caso dos idosos, essa fisioterapia também ajuda na flexibilidade, melhoria do equilíbrio e auxílio na perda de peso.

Em geral, as indicações mais frequentes para a hidroterapia são pacientes que contam com os seguintes sinais:

  • redução da mobilidade;
  • disfunções da postura;
  • nível de dor elevado;
  • fraqueza nos músculos;
  • redução da resistência cardiovascular e respiratória;
  • impossibilidade de sobrecarregar os membros inferiores.

No entanto, existem algumas contraindicações para a adesão a esse tratamento, como pessoas que apresentam doenças transmitidas pela água, que tenham epilepsia ou insuficiência cardíaca, e pacientes que estejam com febre a partir de 38 ºC.

Fisioterapia do trabalho

Para oferecer qualidade de vida aos empregados, as empresas têm adotado com frequência a fisioterapia do trabalho. Dessa forma, afastamentos por questão de saúde podem ser evitados por meio desse cuidado. O objetivo do profissional formado nessa especialização é evitar e tratar lesões no ambiente de trabalho.

Como se sabe, a Lesão por Esforço Repetitivo (LER) é algo bem comum nas organizações mundo afora. Ela provoca dificuldade de movimentar membros superiores e dedos, tendo como uma das principais vítimas as pessoas que trabalham diariamente com um computador. Basicamente, essa síndrome reúne um grupo de doenças, como tendinite e dedo em gatilho – inflamação no tendão que deixa o dedo dobrado.

O profissional especializado em fisioterapia do trabalho ajuda a evitar esse e outros problemas causados pelas atividades laborais. Ele trabalha da seguinte forma:

  • realiza atividades para reduzir o número de acidentes no trabalho;
  • promove um acompanhamento individualizado dos empregados, dando dicas de postura e ergonomia;
  • previne desconfortos musculares e esqueléticos causados pelo trabalho;
  • realiza programas de ginástica laboral;
  • promove atividades terapêuticas com os colaboradores que apresentam problemas esqueléticos ou musculares;
  • possibilita uma parceria entre a equipe de saúde da empresa e a segurança do trabalho.

Em relação ao mercado de trabalho, o profissional dessa área pode trabalhar de diversas maneiras, como em consultorias, projetos industriais, perícias trabalhistas, ambulatórios da empresa, análises ergonômicas do trabalho e projetos de acessibilidade.

Fisioterapia em gerontologia

Para passar pelo envelhecimento de forma saudável e tranquila, é necessário cuidar da saúde e ter profissionais como aliados. Um deles é o fisioterapeuta especializado em gerontologia, cujo objetivo é tratar o idoso de forma integral e humanizada, levando em conta as particularidades dessa fase da vida.

Dessa forma, a fisioterapia em gerontologia trabalha a prevenção e reabilitação do paciente na terceira idade, com base nos aspectos sociais, biológicos e psicológicos. Assim como nas outras modalidades anteriormente citadas, para atuar nessa área é necessário fazer uma pós-graduação.

Ao longo do curso, o estudante aprende a analisar todos os aspectos referentes ao processo de envelhecimento, como os comportamentais e econômicos. Sendo assim, o profissional deve avaliar o paciente como um todo, além de tentar conhecê-lo nos mínimos detalhes, como a relação que tem com a família, atividades praticadas durante o lazer e a motivação que apresenta em relação à vida.

Essa é uma área de grande expansão na fisioterapia, já que pela primeira vez o mundo possui mais idosos do que crianças: de acordo com dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), existem 705 milhões de pessoas com idade a partir de 65 anos no mundo contra 680 milhões de crianças entre 0 e 4 anos.

Aliás, conforme apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, se em 2000 a população idosa brasileira era cerca de 14,5 milhões, hoje em dia esse número chega a 29 milhões. Para que você possa entender a dimensão desse aumento, em 1991, o número de idosos no país era de apenas 10,7 milhões.

Dessa forma, esse modelo de fisioterapia só tende a crescer. Afinal, além das estatísticas indicarem que o número de idosos só vai aumentar, esse trabalho ainda permite que as pessoas tenham a chance de vivenciar uma velhice com qualidade de vida. Nesse sentido, a fisioterapia em gerontologia pode apresentar diversos benefícios, como:

  • melhoria do condicionamento físico;
  • manutenção da amplitude do movimento;
  • diminuição no risco de quedas;
  • prevenção ou retardamento de incapacidades relacionadas à velhice;
  • melhoria do humor e autoestima;
  • promoção de sensação de bem-estar;
  • melhoria do equilíbrio;
  • manutenção ou ganho de força muscular.

Fisioterapia em oncologia

Ainda que possa ser uma doença devastadora em muitos casos, é possível passar pelo câncer sem perder totalmente a qualidade de vida. É nesse momento que a fisioterapia em oncologia torna-se um dos suportes do paciente com essa patologia, já que consegue restaurar e preservar a integridade dos órgãos e sistemas do ser humano, independentemente da idade.

Como se sabe, o câncer pode provocar muito incômodo, sequelas e disfunções. Quem sofre com essa doença deve estar munido de um tratamento de saúde para enfrentar esses problemas. Sendo assim, o profissional da fisioterapia em oncologia pode utilizar exercícios físicos e respiratórios, drenagem linfática, eletroterapia, alongamentos e outras técnicas para melhorar o quadro do paciente.

Aliás, é importante destacar que o fisioterapeuta não só trata casos relacionados ao cuidado do paciente até o momento da cura, como também atua nas situações em que o câncer é irreversível.

Devido ao aumento no número de pessoas portadoras da doença e a possibilidade de sobrevida delas, esse tipo de fisioterapia tem crescido bastante na área da saúde. Dessa forma, muitos profissionais têm buscado a especialização no ramo, pois esse tratamento tornou-se fundamental para os enfermos.

A fisioterapia em oncologia apresenta alguns objetivos gerais, lembrando sempre de avaliar cada caso de forma particular e considerando tanto as necessidades do paciente quanto da família. Nesse contexto, alguns segmentos dessa área são:

  • fisioterapia restaurativa: utilizada em pacientes que sofrem com deficit devido à doença e desejam recuperar a capacidade motora;
  • fisioterapia preventiva: o intuito é evitar sequelas provenientes do câncer;
  • fisioterapia paliativa: quando o paciente já está caminhando para o estágio final da doença, o fisioterapeuta age com o objetivo de oferecer e manter o máximo de conforto;
  • fisioterapia de apoio: nas situações em que ocorre o adiantamento na progressão da incapacidade do paciente, o profissional atua para proporcionar o maior nível de independência possível para quem está com o câncer.

Fisioterapia em terapia intensiva

Quando o paciente está em estado crítico, com limitação motora grave e suporte ventilatório, entra em ação o trabalho do fisioterapeuta especializado em terapia intensiva. Esse profissional é responsável por tratar pessoas que exigem maior cuidado e também conhecimento.

Basicamente, a fisioterapia em terapia intensiva envolve dois principais eixos, que são o motor e o respiratório. No primeiro caso, existe o suporte ventilatório e respiratório, ventilação mecânica invasiva e não invasiva e oxigenoterapia — tudo isso com o objetivo de ajudar no sistema respiratório do paciente.

Já a fisioterapia motora cuida da parte de prevenção, reabilitação e fortalecimento de deformidades, além de tratar as complicações provocadas devido à longa duração do paciente no leito. Com isso, o objetivo desse segmento não é apenas impedir o falecimento do paciente, como também proporcionar a ele um organismo em bom estado para que, ao ter alta, possa viver normalmente na sociedade. Ou seja, com o mínimo possível de sequelas.

Nesse contexto, é importante lembrar que atualmente é obrigatória a presença de fisioterapeutas em UTIs, sendo necessária a especialização em terapia intensiva ou alguma especialidade que envolva o cuidado do paciente em estado grave. Por isso, optar por fazer uma pós-graduação em fisioterapia voltada para a terapia intensiva pode ser uma ótima ideia.

Fisioterapia hospitalar

Como o próprio nome já diz, a fisioterapia hospitalar é voltada para os profissionais que desejam trabalhar nos hospitais. Sendo assim, o fisioterapeuta lida diariamente com pacientes instalados na unidade de terapia semi-intensiva, enfermaria e unidade de terapia intensiva.

Portanto, o maior objetivo desse profissional é prevenir complicações motoras e respiratórias que podem surgir durante a internação do paciente no hospital. Mas ainda existem outras metas que envolvem esse ramo da fisioterapia, como:

  • controle da dor;
  • tratamento e prevenção de atrofias musculares;
  • auxílio no processo de desmame da ventilação mecânica invasiva, não invasiva e da oxigenoterapia;
  • aceleração no processo de alta do paciente para evitar que ele contraia infecções hospitalares;
  • tratamento e prevenção de complicações respiratórias.

Mais uma vez, para trabalhar nessa área, é importante ter uma pós-graduação. Afinal, durante o curso, o profissional consegue entender como funciona a assistência fisioterapêutica nos hospitais gerais e desenvolve uma visão global do paciente. Além disso, ele compreende os diferentes protocolos e programas de tratamento para pacientes na UTI e se torna capaz de interpretar adequadamente os exames complementares para decidir o tratamento fisioterapêutico mais indicado para o caso.

Fisioterapia neurofuncional

Muito se engana quem acredita que o sistema nervoso não precisa de fisioterapia. Quando uma pessoa apresenta patologias ligadas a essa região, o trabalho de um fisioterapeuta neurofuncional ajuda a recuperar a função motora, de mobilidade e de força do paciente.

Logo, essa é uma área que requer muito estudo e dedicação por parte do profissional, já que os casos costumam ser complexos e apresentar avanços lentos. Como é um trabalho bem minucioso, ainda existem técnicas sendo estudadas e, por isso, o fisioterapeuta precisa estar em constante atualização.

Existem diversos tipos de estímulos utilizados nesse tratamento, como o alongamento, descarga de peso, termoterapia, eletroterapia, treino de controle e movimentos de mobilização.

É importante destacar ainda que a fisioterapia neurofuncional pode ser feita em pessoas de qualquer idade, mas caso seja necessário ter a presença de um profissional ainda mais especializado, é possível acionar um neuropediatra, que atende crianças de 0 a 12 anos, ou um neurologista de adulto e idoso, que cuida de pessoas desde a adolescência até a fase adulta. Com o fisioterapeuta neurofuncional é possível tratar diferentes doenças que afetam o sistema nervoso, como:

  • hidrocefalia;
  • microcefalia;
  • paralisia cerebral;
  • paraplegia e tetraplegia;
  • esclerose múltipla;
  • mal de Parkinson;
  • Alzheimer;
  • tumor cerebral.

Ainda que o trabalho do fisioterapeuta, em conjunto com o paciente, possa apresentar avanços consideráveis, nem sempre é possível recuperar totalmente as funções comprometidas. Nesse caso, a principal meta é permitir que possa se ter um bom nível de independência pessoal.

Viu como existem diversas opções interessantes de pós-graduação em fisioterapia? Independentemente de qual seja a sua escolha, é importante não desistir de buscar mais conhecimento e capacitação como profissional. Afinal, isso fará toda a diferença na hora de conseguir um bom emprego e ter reconhecimento no mercado de trabalho. Além disso, para atuar na área com um nível excelente de expertise, contentar-se apenas com uma graduação não é suficiente.

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